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Artigo sobre arquivos abertos

Virgínia Alves, professora de Biblioteconomia em Alagoas e Mestre em CI, publicou um artigo interessante sobre arquivos abertos e seu impacto sobre a produção e disseminação de conhecimento científico na revista eletrônica PontoDeAcesso, da UFBA.

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Quem me avisou foi o Google!

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Idea #13571: Translation workflow and collaboration with upstream

O colega Og Maciel propõs uma boa idéia para o processo de tradução de aplicações usando o Rosetta: um mecanismo pelo qual times de tradução possam administrar melhor as contribuições enviadas por usuários do Rosetta, ofereça retorno útil e dê um primeiro passo para uma melhor relação com os projetos de upstream.

Trocando em miúdos: como dois projetos com o Ubuntu e o GNOME compartilham dos mesmos pacotes, ambos os times de tradução acabam fazendo traduções diferentes para as mesmas palavras. Junte que os usuários bem-intencionados do Launchpad podem também fazer contribuições individuais no Rosetta e você terá a perspectiva de uma salada de frutas meio difícil de digerir.

Com o mecanismo proposto, os administradores das traduções poderão controlar melhor as contribuições dos times e ainda aproveitar as traduções dos usuários do Rosetta sem maiores digressões, melhorando a qualidade do trabalho comunitário.

Depois me perguntam como posso gostar de software livre… :D



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Desculpas e planos

Primeiramente, minhas sinceras desculpas a todas as pessoas que visitaram meu blog nos últimos cinco meses e o encontraram completamente desatualizado. Uma série de problemas pessoais, que inclusive me acarretaram a perda do melhor emprego do mundo no momento, me desestimularam a continuar o blog. Mas já acordei do pesadelo e a vida continua.

E agora os planos:

  • Os artigos sobre as cinco leis de Ranganathan saem esta semana, começando com a Primeira Lei (aproveitando, é interessante um artigo cruzando as Leis com a web, que encontrei referenciado no Jackson Medeiros Weblog; vale a pena ler).
  • LaTeX. Se você é documentalista como eu e ainda não conhece o LaTeX, não leia os artigos que estou preparando sobre como utilizar esta linguagem de tipografia na preparação de seus trabalhos. Mas se os ler, prepare-se para aposentar seu procesador de textos.
  • A Biblioteconomia está trancada na faculdade, mas não em mim. Mesmo temporariamente indo para outra área do conhecimento, biblioteconomia é como Pernambuco: eu tento deixar, mas não me deixa. Portanto, os artigos vão continuar aqui normalmente.
  • Procuro estudantes como eu que queiram assinar alguns artigos, mas estou dando preferência aos da UFPE. Se você é da UFPE e se esgueira pelo CAC até suas salas, então pode me dar um toque.

Mais tarde eu trato mais particularmente de cada plano deste.

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As Cinco Leis da Biblioteconomia

Todo bibliotecário que se preze conhece o senhor baixinho de óculos que atende pelo nome de Ranganathan, o matemático que tornou-se pai da biblioteconomia moderna ao publicar o livro “The Five Laws of Library Science”, em 1931.

Em seu livro, Shialy Rammarita Ranganathan demonstra que a biblioteca deve ser mais que um simples depósito de livros empoeirados a serviço de pessoas mais empoeiradas ainda. Basicamente, ele mostra que a biblioteca não deve se ver como um templo sagrado de conhecimento proibido e nem os bibliotecários, sacerdotes conhecedores de tudo. O resultado de seus argumentos podem ser vistos na maioria das bibliotecas do mundo, administradas não tanto às necessidades dos bibliotecários mas na busca de atender as necessidades dos clientes da biblioteca.

Esta nota inicia uma série de artigos sobre as Cinco Leis, com o objetivo de explicá-las e mostrar que é possível, sim, aplicá-las às bibliotecas contemporâneas.

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