Formato ODF agora é norma da ABNT

Na tarde desta terça feira (08/04), foi aprovada a versão final da tradução da norma ISO/IEC 26300 pelos membros da Comissão de Estudos da ABNT que tratam do tema.

Esta aprovação era o último passo para a adoção do ODF como Norma Brasileira e ele poderá agora ser referenciado como NBR ISO/IEC 26300 além de ter seu texto disponível em Língua Portguesa. A nova NBR deve ser publicada pela ABNT em alguns dias, necessários aos ajustes finais e formatação final no texto.

Saiba mais (homembit.com).

Publicado no Linux-BR.

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Aigaion 2.0: um gerenciador de bibliografias para bibliotecas

Aigaion é um software de gerenciamento de referências baseado em web (signifca que pode ser administrado por navegador web, como o IE ou Firefox, ou ainda Safari). Ele estrutura uma bibliografia utilizando um gerenciamento de publicação orientado a árvore de dados estruturados em tópicos. Publicações podem ser anotadas para rapidamente delinear a sua relevância. Aigaion é construído no formato BibTeX.

Aigaion pode ser baixado clicando neste link direto.

Aigaion está em inglês, o que pode dificultar seu uso. Se houver pessoas interessadas em traduzir o programa (eu estou), basta fazê-lo — Aigaion é liberado pela GPL.

Requerimentos

Aigaion é escrito em PHP/MySQL e também requer um servidor web. Se você não tem um: o projeto XAMPP fornece um servidor web excelente e fácil de instalar para a maioria dos sistemas operacionais.

Nova Instalação

  1. Descompacte o arquivo zipado num diretório abaixo de seu WWW-root.
  2. Siga cuidadosamente as instruções em _INSTALL.txt

Você está agora pronto para usar o Aigaion 2.0.

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Não quero passar por uma dessas

Rodrigo Stulzer, um dos fundadores da empresa e distribuição Conectiva (a quem devo meu primeiro contato com o Linux e o software livre) conta neste post o que passou nas mãos de Richard Mattew Stallman. Imperdível!

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Sim, eu me rendi!

Já estou estagiando na Biblioteca das Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão, mais conhecida como Faintvisa.

Não gosto muito de bibliotecas; como tenho alergia a poeira, dá para entender por quê não. Mas se há uma coisa que realmente me emociona (mas não ao ponto de chorar, como um colega de hospedagem) é a biblioteca.

Lembro que quando visitamos a Biblioteca Pública do Estado, aqui em Pernambuco, me arrepiei ao segurar um exemplar, o mais antigo em Pernambuco, de Os Lusíadas, com data do Século XVII. É uma emoção única; só quem gosta sabe como é.

E eis que em 29/fev vou à referida biblioteca e conheço o seu acervo: mais de 40 mil livros, que não se limitam aos cursos da Faintvisa, mas acomodam todo tipo de conhecimento que vocês possam imaginar — e se não tiver, deixa que o CEO das faculdades compra. Não que tenha uso para mim, mas encontrei um manual de utilização do Windows 3.1 e do Works como novos. Há também o famoso livro de Tanenbaun, Sistemas Operacionais, e muitos outros que eu nem pensava que pudesse encontrar numa biblioteca universitária.

Conhecimento, quando  bem aplicado, não é ruim. Bibliotecas são mais que depósitos de livros, e devem sim conter o maior conhecimento humano possível em si. Que mal há em encontrar A Arte da Guerra em meio a livros de leis? De repente, o advogado que consultar aquela biblioteca e encontrar esse livro, lendo e estudando suas aplicações, pode defender (ou acusar) melhor — e isso nos leva a comprovar as Leis de Ranganathan, das quais estou preparando uma série de artigos para este humilde blog.

Voltando à biblioteca da FAINTVISA, estamos em equipe de cinco, inventariando todo o acervo. Sim, pessoas, INVENTARIANDO mais de 40 mil livros. Estou fazendo uma penca de coisas que prometi a mim mesmo não fazer (e agora estou pagando a minha arrogância) e está aparentemente sendo interessante fazê-las. Não, não gosto de processos técnicos, por isso meu currículo na Plataforma Lattes indica especialidade em Processos de Disseminação da Informação. Mas como, até o mestrado, serei um generalista, devo de tudo experimentar.

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Benefícios da Biblioteca do Maryland ao Mudar Para o Linux

O GNOME Journal publicou em dezembro uma entrevista com a Chefe de Tecnologia da Informação Amy de Groff da Biblioteca do Condado de Howard, sobre a mudança para o GNU/Linux e a adoção do Groovix, uma distribuição baseada no Ubuntu.

O texto está em inglês. Se eu tiver pelo menos um comentário a respeito deste artigo, pode ser que eu o traduza :D

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